Editorial

EDITORIAL: NEYMAR NA SELEÇÃO

NEYMAR

Defendido por bolsonaristas (pronto! virou política, o futebol) execrado por quem entende de futebol.

O menino mimado, cheio de barra e que não sustenta suas broncas, entrou no meio do segundo tempo do desastre contra a Noruega.

A estatística PROVA que desde sua entrada o adversário foi melhor, pressionou mais e até criou melhores chances. O rapagote chutou a canela de um, errou lançamento, tropeçou tentando driblar. Em resumo, não fez nada!

Ai, com o time perdendo de 2 a 0, o menino velho vai lá, bate um pênalti que não resolve nada, e ao invés de mostrar interesse em tentar pelo menos empatar, resolve bater boca com o goleiro, dando espaço para que o juiz terminasse o jogo sem uma possibilidade de reação.

Neymar é o oposto do futebol brasileiro. É o anti-herói da seleção. Não ganhou nada, não contribuiu em nada, e ainda por cima fez da política um palanque para aqueles que defendem o indefensável. Esse cara nem a passeio deveria ter ido aos EUA, e o técnico errou em dar a responsabilidade de uma classificação para um sujeito cujo caráter foi configurado no mais baixo nível do esporte profissional.

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